Palestra DevCamp 2015

Resumo
Como preparar a equipe de TI e quais tecnologias utilizar para suportar 1 milhão de pedidos mês? Essa é a meta da Ifood para o ano de 2015. Como dobrar a capacidade de uma operação com escalabilidade e manter a qualidade? A palestra mostrará como Cloud, Chef, Docker, ElasticSearch, aliado a alta performance de processos de continuous delivery e operations podem funcionar em um cenário complexo.

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DevOps, como anda a cultura?

Há dois ou três anos venho trabalhando, estudando e analisando o conceito de DevOps.

Inicialmente, era claro que as operações deveriam ser, digamos assim, “mais liberais” em seus processos para deploy de novas versões. Se desapegar de processos manuais, se integrar mais com a área de desenvolvimento, entre muitos outros itens. O cenário, onde a operação é rígida ainda é muito encontrado nos ambientes de TI. Porém, estou observando uma mudança gradativa quanto aos processos de automação.

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Continuous Operation – a evolução do Continuous Delivery…

O Continuous Delivery ou entrega contínua é algo desejável para qualquer negócio. Ter entregas de novas funcionalidades a todo momento acompanhando as constantes mudanças do  mercado é algo que gera valor para o software disponibilizado, tornando-o mais competitivo. Do outro lado, ter um ambiente disponível e sem erros a todo momento é tão importante quanto as entregas de novas funcionalidades.

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Webinar – Cloud Computing – Adotando e Extraindo o Máximo da Nuvem

Webinar apresentado no dia 13/03

Descrição

Segundo o Gartner, quatro forças continuarão a impulsionar mudanças e gerar novas oportunidades em 2014, são elas: Redes Sociais, Mobilidade, Cloud Computing e Informação. Elas já impulsionam a procura por infraestrutura programável capaz de escalar através da Internet.

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INFRAESTRUTURA ÁGIL, PODE ISSO?

No atual mercado de TI tem se escutado muito em entrega contínua (continuous delivery), metodologias ágeis, PaaS, IaaS, DevOps e etc.

Quando se trabalha em infraestrutura o paradigma é muito grande referente a essas metodologias, já que normalmente o cara de TI (infra) é o “roda presa”, pois ele sempre é cobrado por manter os sistemas seguros, disponíveis, com alto desempenho, etc, etc e etc.

Com isso, no final das contas, é o cara que fala sempre “não” e, além disso, gosta de ter o “controle” da situação.

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